Cientista político Bruno Silva comenta o imbróglio envolvendo a revitalização da via na coluna ‘De Olho na Política’
A Prefeitura de Ribeirão Preto enfrenta um impasse na obra da Avenida 9 de Julho. A empresa responsável, inicialmente contratada, foi dispensada e multada pela prefeitura devido a atrasos na entrega da obra. Agora, a empresa recorreu à justiça e busca retomar o trabalho, criando um cenário de incertezas.
Atrasos e Comunicação
A construtora alega que houve imprevistos, como a descoberta de uma galeria de pedras argamaçadas não prevista no projeto original. No entanto, a questão central reside na comunicação entre a empresa e a prefeitura. A empresa afirma não ter comunicado os atrasos de forma adequada, enquanto a prefeitura alega ter enviado diversas notificações. A falta de clareza sobre a notificação do cancelamento do contrato é um ponto crucial na decisão judicial.
Impacto e Próximos Passos
O atraso afeta comerciantes e moradores da região. A prefeitura tentou contratar a segunda colocada na licitação anterior, mas a empresa recusou. Um novo processo licitatório está em andamento, com previsão de conclusão até o fim de janeiro e contratação de uma nova empresa até março. No entanto, a decisão judicial pode atrasar ainda mais o processo. O secretário de obras públicas, Pedro Luiz Pegoraro, confirmou a previsão, mas ressaltou a incerteza diante da decisão judicial.
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Considerações Finais
Esse caso demonstra a complexidade de obras públicas e a importância da comunicação entre as partes envolvidas. A falta de clareza e o recurso à justiça geram atrasos e insegurança. A transparência e o comprometimento com o dinheiro público são essenciais para evitar situações como essa. A expectativa é que a prefeitura se manifeste oficialmente sobre a estratégia a ser adotada para solucionar o problema e retomar as obras o mais breve possível. A população aguarda uma solução que evite maiores prejuízos.