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A evolução da segurança nos automóveis

A evolução da segurança nos automóveis
segurança nos automóveis
A evolução da segurança nos automóveis

A evolução da segurança nos automóveis

No mundo da mobilidade, tecnologia e dos caminhos que nos levam de um lugar a outro, a segurança assume um papel crucial. Cada viagem carrega consigo vidas, histórias e sonhos, e a segurança, seja nas ruas ou nos céus, jamais deve ser negligenciada.

A Evolução da Segurança Automotiva e o Valor Econômico

A segurança no mundo automobilístico está intrinsecamente ligada ao valor econômico. Quanto mais um produto demonstra ser seguro, mais forte se torna o argumento de venda. A evolução da segurança em automóveis e motocicletas acompanhou a ocorrência de acidentes. Inicialmente, era difícil priorizar a segurança antes que as fatalidades acontecessem. Até a década de 1920, era comum que os automóveis sequer tivessem para-choques, pois o número de veículos nas ruas era menor e a preocupação com a absorção de impactos era secundária. Os para-choques, quando desenvolvidos, tinham como objetivo principal proteger o veículo de pequenos impactos, como batidas em postes ou portões.

Inovações e Regulamentações em Segurança

No final dos anos 70, os Estados Unidos implementaram regulamentações que exigiam para-choques com molas para absorver impactos, visando diminuir o choque para os ocupantes do veículo e pedestres. Essa mudança forçou a indústria americana a redesenhar suas frentes, enquanto empresas europeias que vendiam carros nos EUA tiveram que adaptar seus veículos com para-choques menos estéticos. Após a Segunda Guerra Mundial, Preston Tucker, fundador da Tucker Automobiles, priorizou a segurança em seus projetos. Ele desenvolveu um carro com um para-brisa que era ejetado em caso de capotamento, além de implementar freios a disco nas quatro rodas. A Volvo, em 1959, lançou o cinto de segurança de três pontos e liberou a patente para que outras empresas pudessem utilizá-lo, demonstrando um compromisso genuíno com a segurança.

O Futuro da Segurança e a Inteligência Artificial

A Volvo está desenvolvendo um cinto de segurança inteligente com inteligência artificial, que ajustará a pressão de acordo com o impacto. Atualmente, o airbag é ativado pela pressão do cinto de segurança, e não mais por impactos no para-choque. A Kombi, que deixou de ser produzida em 2013, teve como um dos motivos declarados a dificuldade de adaptar freios ABS e airbags, embora a principal razão fosse a falta de área de retração na frente do veículo, um requisito de segurança moderno. Os carros atuais são projetados para que o motor se desloque para baixo em caso de colisão, evitando danos maiores aos ocupantes. A evolução da segurança automotiva é constante, com o objetivo de proteger cada vez mais os passageiros e pedestres.

A busca contínua por aprimoramentos na segurança automotiva reflete um compromisso em proteger vidas e minimizar os impactos de acidentes.

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