Período da Piracema, de reprodução dos peixes, é importante para a preservação das espécies; proibição vai até 28 de fevereiro
Começa nesta quarta-feira a piracema, período de reprodução dos peixes, com proibição da pesca de espécies nativas até o fim de fevereiro. Equipes da Polícia Militar Ambiental intensificaram o patrulhamento para orientar pescadores e veranistas.
Fiscalização e Orientação
A fiscalização percorreu as margens de rios e represas, orientando pescadores sobre as regras. Em Estreito, na represa da hidrelétrica de Pedregulho, pescadores como Rogério e Aultair, de Franca, afirmaram seguir as normas. A ênfase é na preservação da fauna aquática.
Regras Específicas e Multas
O soldado Neil Man Satoshi explicou que a polícia percorreu diversos locais para informar sobre as regras específicas de cada região. No Rio Pardo e Rio Mojigo, as regras variam. No trecho entre a usina de São José do Rio Pardo até Colômbia, no Rio Grande, a pesca é totalmente proibida, segundo o capitão Rodrigo Antônio dos Santos. A multa por desrespeitar a piracema é de R$ 1.500,00, além de processo por crime ambiental. A legislação, como a norma BAMA 25, está disponível online para consulta.
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É importante destacar a necessidade de respeitar o período de defeso, principalmente com o feriado prolongado de Finados. A pesca esportiva, mesmo com petrechos de amador, é proibida para espécies nativas durante a piracema. O capitão Gabriel Melo reforça a importância do respeito aos limites de distanciamento para a pesca, principalmente em cachoeiras, encontros de rios, lagoas e a 1500 metros antes e depois das barragens. A conscientização é fundamental para garantir a preservação das espécies para as futuras gerações.



