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A síndrome do pânico é o tema da coluna desta semana

Ouça a coluna 'CBN Comportamento', com Danielle Zeoti
A síndrome do pânico é
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Ouça a coluna ‘CBN Comportamento’, com Danielle Zeoti

A síndrome do pânico, um tipo de transtorno de ansiedade, manifesta-se através de crises inesperadas de desespero e medo intenso, mesmo sem causa aparente. O diagnóstico, como explica a especialista Daniela Zeotti, requer atenção aos sintomas físicos e emocionais.

Como Identificar os Sintomas da Síndrome do Pânico

O transtorno do pânico está intrinsecamente ligado à ansiedade, apresentando um diagnóstico complexo devido à variedade de sintomas físicos. Durante uma crise, a pessoa pode experimentar um medo intenso de morrer, enlouquecer, perder o controle ou desmaiar. Fisicamente, o coração dispara, ocorre sudorese intensa, respiração acelerada e sensação de falta de ar. Náuseas, vômitos e tonturas também são comuns.

Devido à natureza física dos sintomas, muitos pacientes procuram inicialmente emergências e hospitais, passando por uma série de exames para descartar problemas clínicos. É crucial, no entanto, considerar a possibilidade de um transtorno psiquiátrico quando os exames não revelam causas físicas para as crises recorrentes.

O Medo do Medo: Como o Pânico se Agrava

As crises de pânico são assustadoras, com uma sensação de morte iminente. Embora essa sensação seja intensa, é importante ressaltar que ninguém nunca morreu durante uma crise de pânico. A crise, sem intervenção medicamentosa, geralmente dura cerca de 20 minutos, mas para quem a vivencia, esse tempo parece interminável.

O grande problema é o medo de uma nova crise. A pessoa passa a evitar situações que possam desencadeá-la, como dirigir ou sair de casa, restringindo sua vida social e profissional. O transtorno se agrava quando o indivíduo se isola, limitando sua participação em lugares públicos e atividades cotidianas.

Tratamento e Prognóstico: Há Esperança

Apesar do impacto significativo na vida do indivíduo, o transtorno do pânico tem um bom prognóstico. O avanço da pesquisa e da indústria farmacêutica resultou em medicações específicas e abordagens psicoterapêuticas eficazes. A cura é possível, e quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhores serão os resultados.

Pessoas sob alto nível de estresse, com rotinas intensas, sono inadequado, má alimentação e falta de exercícios físicos estão mais vulneráveis. É fundamental prestar atenção aos sinais do corpo e da mente, buscando ajuda profissional ao menor sinal de alerta.

Buscar ajuda profissional é fundamental para um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz, permitindo que o indivíduo recupere o controle de sua vida e bem-estar.

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