Luiz Puntel cita Carlos Drummond de Andrade no ‘Oficina de Palavras’ com reflexão sobre a raridade da paz nos dias de hoje
Professor Luiz Ponté, em busca de uma palavra, inicia sua coluna ‘Oficina de Palavras’ com um desafio inusitado: a palavra desapareceu de seu computador.
A Palavra Perdida
Inspirado no poema de Drummond sobre o desaparecimento de Luisa Porto, Ponté descreve sua própria busca pela palavra perdida. Ele vasculha arquivos, documentos e até mesmo a internet, sem sucesso. A palavra, de apenas três letras, evoca tranquilidade, afeto e ternura.
Uma Busca Metafórica
A busca pela palavra se transforma em uma metáfora para a busca pela paz em um mundo marcado pela violência e intolerância. Ponté imagina a palavra machucada, agredida, vítima da falta de paciência e da agressividade humana.
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Um Apelo à Esperança
O professor faz um apelo aos ouvintes: se encontrarem a palavra, que a acolham com carinho, como se a resgatassem dos escombros da intolerância. A esperança é que, com cuidado e paciência, a paz – representada pela palavra – possa ser restaurada, permitindo que a comunicação se dê sem violência.