Prédio localizado na Rua Abílio Sampaio é frequentemente invadido por usuários de drogas, que no frio colocam fogo em objetos
Há mais de um ano, uma fábrica de papel na Rua Bilho-sampaio, 1331, na Vila Virgínia, zona oeste de Ribeirão Preto, foi desativada e abandonada. O local, que leva o nome da cidade, tornou-se foco de problemas para a comunidade.
Insegurança e Risco de Incêndio
Moradores relatam acesso livre de moradores de rua ao prédio, com danos à estrutura e incêndios frequentes causados por pessoas em situação de rua que utilizam materiais inflamáveis para se aquecerem. Os bombeiros foram acionados diversas vezes, e o risco de incêndio se estende às casas vizinhas. Além disso, o acúmulo de lixo atrai insetos e animais peçonhentos, como escorpiões, causando preocupação aos moradores.
Impactos na Comunidade e no Comércio
Os transtornos afetam moradores de até três quarteirões de distância. O acúmulo de lixo na calçada dificulta a passagem de pedestres, e a presença de moradores de rua e usuários de drogas gera insegurança para quem trabalha e circula pela região. Um empresário da região, que preferiu não se identificar, relatou prejuízos causados pela situação, incluindo a dificuldade de acesso à sua empresa devido ao lixo e à presença de pessoas em situação de rua.
Leia também
Ações da Prefeitura
A prefeitura de Ribeirão Preto anunciou recentemente um programa para auxiliar moradores de rua. A reportagem encaminhou o problema ao executivo municipal, que informou que os proprietários das áreas foram notificados para realizar a limpeza dos terrenos. A situação, no entanto, permanece preocupante e requer uma ação mais efetiva do poder público para garantir a segurança e o bem-estar da população.



