Mais de 13 milhões de cabeça representam um aumento de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado
O abate de suínos no Brasil atingiu seu maior nível desde 1997 no segundo trimestre de 2021, com mais de 13 milhões de cabeças abatidas. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esse número representa um aumento de 7,6% em comparação ao mesmo período de 2020 e de 2,9% em relação ao primeiro trimestre de 2021.
Expansão do Setor
Esse recorde é atribuído, em parte, ao sucesso das exportações de carne suína in natura, com um pico em junho. O crescimento foi significativo em diversas regiões, com destaque para o Sul do país, responsável por 66,5% do abate nacional. Dentro dessa região, Santa Catarina liderou o ranking, com 28,5% da participação nacional, seguida pelo Paraná e Rio Grande do Sul.
Desempenho Regional
A pesquisa do IBGE detalha a participação regional no abate de suínos: Sul (66,5%), Sudeste (18,2%), Centro-Oeste (14,1%), Nordeste (1%) e Norte (0,1%). Comparando com o segundo trimestre de 2020, houve um aumento de 923 mil cabeças abatidas, impulsionado por 18 das 25 unidades federativas.
Números e Dados Complementais
Para acessar o estudo completo do IBGE, com todos os indicadores da Estatística da Produção Pecuária do segundo trimestre de 2021, visite o site da CBN ou acesse diretamente a biblioteca do IBGE (biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos).