Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Ribeirão cobram ações em relação à prefeitura, CPFL e imobiliárias
Representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em Ribeirão Preto, além de membros do sindicato dos hoteleiros, buscam apoio do Ministério Público para cobrar ações da prefeitura, imobiliárias e CPFL. O objetivo é aliviar a crise financeira do setor, agravada pela pandemia, que já causou o fechamento de diversos estabelecimentos e demissões em massa.
Impacto da Pandemia no Setor
As atividades do setor de bares e restaurantes em Ribeirão Preto são afetadas diretamente pelo coronavírus há quase cinco meses. De acordo com levantamento da Abrasel, pelo menos 2 mil estabelecimentos encerraram as atividades entre março e julho, resultando em cerca de 10 mil demissões.
Ações Propostas ao Ministério Público
Em reunião virtual, empresários solicitaram ao Ministério Público ações para:
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- Cobrar políticas de isenção e renegociação de impostos e taxas pela prefeitura.
- Impedir cobranças abusivas nas contas de água pela CPFL.
- Apurar possíveis práticas de infração das imobiliárias em relação à dificuldade de negociação de aluguéis.
- Intermediar junto à CPFL a abertura de programas de parcelamento especial de débitos de energia, além de acompanhar a cobrança de juros e multas ou cortes do serviço.
Um ofício com essas sugestões foi enviado aos promotores Sebastião Sérgio da Silveira, Vander Leitrindade e Ramon Lopes Neto.
Resposta dos Órgãos envolvidos
A prefeitura informou que a Secretaria da Fazenda estuda uma política fiscal específica para o setor. A CPFL declarou que oferece diversas formas de quitação de débitos, incluindo parcelamento em até 12 vezes. Já o Ministério Público garantiu que irá se reunir com todas as partes para avaliar as ações a serem tomadas.
Os empresários esperam que as medidas propostas contribuam para a recuperação do setor, fortemente impactado pela crise econômica gerada pela pandemia.



