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Abril já é o mês mais mortal da pandemia em Ribeirão com 319 mortes

Março passado era o líder com 313 baixas; no último boletim a cidade registrou 15 óbitos e 455 novos diagnósticos de Covid-19
mortes por covid Ribeirão Preto
Março passado era o líder com 313 baixas; no último boletim a cidade registrou 15 óbitos e 455 novos diagnósticos de Covid-19

Março passado era o líder com 313 baixas; no último boletim a cidade registrou 15 óbitos e 455 novos diagnósticos de Covid-19

Abril de 2023 se tornou o mês com maior número de mortes por Covid-19 em Ribeirão Preto, somando 319 óbitos, superando os 313 registrados em março. A atualização do boletim epidemiológico trouxe dados preocupantes sobre a situação da pandemia na cidade.

Mortes em Abril

Das 15 mortes registradas recentemente, 10 foram de homens (entre 39 e 94 anos) e 5 de mulheres (entre 71 e 90 anos). Chama atenção a morte de um homem de 39 anos sem comorbidades, assim como a de um homem de 61 anos, também sem doenças preexistentes graves. Os demais óbitos envolveram pacientes com hipertensão, obesidade, problemas cardíacos, entre outras comorbidades. O total de mortes por Covid-19 na cidade chegou a 1851, após a correção de um erro em dados anteriores.

Aumento de Casos e Internações

Além das mortes, Ribeirão Preto registrou 455 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, ultrapassando a marca de 70 mil casos confirmados desde o início da pandemia. A cidade enfrenta ainda uma grande fila de espera por resultados de testes, com 2.760 pessoas aguardando. Há um aumento consistente de internações, tanto em UTIs quanto em enfermarias, nos últimos dias. A ocupação de leitos de UTI está em 89,90%, com 276 pacientes internados em 307 leitos disponíveis. A ocupação de leitos de enfermaria também subiu, atingindo 77,78% com 280 pacientes internados em 360 leitos.

A situação em Ribeirão Preto demonstra a persistência da Covid-19 e a necessidade de atenção contínua às medidas de prevenção e cuidados com a saúde. O aumento nas internações e o número de óbitos exigem vigilância e reforçam a importância da vacinação e dos cuidados individuais para conter o avanço da doença.

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