Dorival Balbino afirma que as aglomerações no transporte público proliferam mais o vírus do que a abertura de bares
Ribeirão Preto regride para a fase laranja do Plano São Paulo, e empresários locais reagem.
Impacto no comércio local
A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP) esperava a regressão para a fase laranja, segundo seu presidente, Dorival Balbino. Ele critica os critérios utilizados pelo Plano São Paulo, afirmando que a medida afeta principalmente restaurantes e comércios considerados não essenciais, enquanto o transporte público, apontado como um dos principais vetores de transmissão do vírus, permanece sem fiscalização adequada. Balbino menciona ações judiciais anteriores contra as medidas restritivas, sem sucesso, demonstrando a dificuldade em reverter as decisões governamentais.
Preocupações do comércio varejista
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto (Sincovarpe), Paulo César Garciallopes, compartilha da preocupação com a regressão de fase. Apesar das restrições, ele destaca que o comércio consegue manter um fluxo de atividades, permitindo que a maioria dos trabalhadores continue atuando. Embora haja impacto negativo, principalmente para shoppings com redução no horário de funcionamento, Garciallopes ressalta o esforço de diálogo entre entidades e poder público para minimizar os danos econômicos.
Leia também
Perspectivas e desafios
Tanto a ACIRP quanto o Sincovarpe esperavam a mudança de fase, embora a critiquem. A prioridade é a conscientização sobre a pandemia, buscando um equilíbrio entre a saúde pública e a manutenção das atividades econômicas. A situação demonstra a complexidade do gerenciamento da crise sanitária e seus reflexos na economia local, exigindo constante diálogo e busca por soluções que atendam a diferentes setores da sociedade.



