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ACIRP aciona MPE para funcionamento do CPC de Ribeirão Preto

Associação alega que novo Centro Popular de Compras está pronto, mas camelôs seguem nas ruas, causando prejuízo aos comerciantes
CPC Ribeirão Preto
Associação alega que novo Centro Popular de Compras está pronto, mas camelôs seguem nas ruas, causando prejuízo aos comerciantes

Associação alega que novo Centro Popular de Compras está pronto, mas camelôs seguem nas ruas, causando prejuízo aos comerciantes

A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Sirpin) formalizou uma denúncia ao Ministério Público do Estado, alegando o descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que visava regulamentar a atuação de vendedores ambulantes no centro da cidade. O TAC, firmado em 2013, previa a reforma de um prédio na Rua General Osório para abrigar um centro popular de compras, destinado aos ambulantes cadastrados pela Prefeitura.

O Que Diz a Sirpin

Valério Vellone, vice-presidente da Sirpin, afirma que as normas estabelecidas no TAC não foram devidamente cumpridas. Segundo ele, a associação realizou os investimentos que lhe cabiam, e a obra foi concluída, embora com atraso devido a problemas orçamentários da Prefeitura. No entanto, o acompanhamento necessário não foi realizado, resultando no retorno dos ambulantes às calçadas do centro, gerando concorrência desleal com os comerciantes estabelecidos.

Impacto no Comércio Local

A Sirpin argumenta que o comércio paralelo prejudica os lojistas regulares, que arcam com obrigações trabalhistas e tributárias. A presença dos ambulantes nas portas dos estabelecimentos causa transtornos e deteriora a atividade comercial nas calçadas. A associação relata ter recebido diversas queixas de seus associados, mas alega que a fiscalização geral não tomou as medidas cabíveis.

A Situação Atual do Centro Popular de Compras

De acordo com a Sirpin, o prédio na Rua General Osório, que deveria abrigar o centro popular de compras, está sendo utilizado como depósito pelos ambulantes. Valério Vellone ressalta que o local está em perfeitas condições de uso, com instalações sanitárias adequadas, e não há justificativa para que os ambulantes não sejam direcionados para lá pela fiscalização geral.

A Sirpin solicitou ao Ministério Público Estadual a adoção de medidas urgentes para o cumprimento do TAC, visando minimizar os prejuízos causados pelo comércio irregular aos comerciantes da região central.

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