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Acirp vai questionar a Prefeitura sobre rompimento de contrato das obras do viaduto da Mogiana

Empresa iniciou a operação no local em abril, mas, segundo o Executivo, não deu andamento; vários comerciantes deixaram o local
Obras do viaduto Mogiana
Empresa iniciou a operação no local em abril, mas, segundo o Executivo, não deu andamento; vários comerciantes deixaram o local

Empresa iniciou a operação no local em abril, mas, segundo o Executivo, não deu andamento; vários comerciantes deixaram o local

Motoristas que trafegam pela Avenida Mirajúnior devem ficar atentos: a partir de hoje, a Transerp inicia a fiscalização e a aplicação de multas para quem utilizar as faixas exclusivas de ônibus. A multa é de R$ 293,00 e resulta na perda de 7 pontos na carteira de habilitação.

Faixas exclusivas e fiscalização

As faixas exclusivas, implantadas entre a Praça da Bíblia e a Avenida Independência, foram inauguradas em 7 de setembro. A fiscalização ocorrerá nos dois sentidos da via. Apenas ônibus, ambulâncias, policiais militares e táxis têm permissão para transitar por essas faixas. Motoristas de aplicativos estão proibidos.

Obras paralisadas do Viaduto Mojiana/Brasil

A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) enviará um ofício à prefeitura solicitando explicações sobre o rompimento do contrato com a empresa responsável pelas obras do viaduto das Avenidas Mojiana e Brasil. Os comerciantes da região sofrem com os atrasos das obras há mais de um ano, enfrentando perdas significativas no faturamento e o fechamento de diversos estabelecimentos. A prefeitura rescindiu o contrato com a Ramadã Engenharia, prevendo multa de 10% do valor total do orçamento (mais de R$ 14 milhões) e proibição de participar de novas licitações em Ribeirão Preto.

Pedidos de melhorias e investigação

A Acirp também oficiará a Transerp para solicitar melhorias no trânsito da região, uma vez que não há previsão de retomada imediata da obra. Carlos Ferreira, gestor de comunicação da Acirp, afirma que a associação pretende conversar novamente com o Ministério Público para incluir o atraso da obra no processo que investiga as obras dos corredores de ônibus das Avenidas Dom Pedro e Saudade. A prefeitura espera abrir uma nova licitação até o fim de outubro. A Ramadã Engenharia justificou a paralisação alegando falta de interdição de vias por parte do executivo. A construtora se opõe à responsabilização e tomará as medidas cabíveis. A situação demonstra mais uma paralisação de obra devido à quebra de contrato com empresa terceirizada, gerando prejuízos para comerciantes e aumento de gastos públicos.

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