Marco Aurélio Gritti chama ação de ‘novo cangaço’ e alerta riscos para população e vida de policiais.
Um ataque coordenado a agências bancárias em Araraquara, semelhante a outros ocorridos em Ribeirão Preto, expôs a sofisticação e o perigo das ações de quadrilhas criminosas. De acordo com o consultor em segurança Marco Aurélio Gritte, em entrevista à CBN, esses ataques são extremamente perigosos e planejados meticulosamente.
Ações Orquestradas e Altamente Perigosas
Gritte destaca a complexidade da operação, envolvendo um grande número de pessoas e armamento pesado. As quadrilhas atuam em células com funções específicas, garantindo a continuidade do plano mesmo com prisões. O uso de explosivos, veículos para fuga e até mesmo reféns como escudos humanos demonstram a determinação dos criminosos em alcançar seus objetivos.
Terror como Estratégia
Os ataques visam disseminar o terror na população, criando uma sensação de insegurança e descontrole. A utilização de pessoas como escudos humanos e o bloqueio de vias com veículos incendiados são exemplos dessa tática. A semelhança com o “Velho Cangaço” é notável, com a escolha de cidades mais afastadas e a priorização de causar vítimas inocentes para dificultar a ação policial.
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Recomendações à População
Em situações como essa, a recomendação principal é evitar sair às ruas, não filmar ou fotografar os eventos. A curiosidade pode ser fatal, pois os tiros de fuzil atravessam diversos obstáculos. A orientação é buscar o cômodo mais seguro da casa, deitar-se no chão e aguardar a ação das forças de segurança. A polícia militar possui um plano estratégico para lidar com essas situações, monitorando as rodovias e o entorno das cidades afetadas.



