José Martins Ayres Júnior, responde por homicídio qualificado por motivo torpe; ele está preso desde 21 de atrássto de 2020
O corretor de seguros José Martins Iris Jr., 55 anos, vai a júri popular nesta quarta-feira (data a ser preenchida) no Fórum de Ribeirão Preto pelo assassinato da maquiadora transexual Alice Garefa, ocorrido em atrássto de 2020. O julgamento, que deve se iniciar às 13h, promete ser longo e tenso.
Acusação e Defesa
Iris Jr. responde por homicídio qualificado por motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e asfixia. Preso desde 21 de atrássto de 2020, ele foi abordado em São Paulo e transferido para o CDP, onde permanece até hoje. Sua advogada, Stefânia Orrana Cardoso dos Santos, afirma possuir teses que comprovam a inocência de seu cliente, alegando falta de provas robustas que o incriminem como autor do crime.
Julgamento e Testemunhas
O julgamento contará com o depoimento de 11 testemunhas de acusação e defesa. Um grupo de 25 jurados será sorteado para compor o júri, sendo que apenas 7 decidirão pela condenação ou absolvição do réu. A vítima, Alice Garefa, tinha 25 anos na época do crime. Seu corpo foi encontrado no Rio Piracicaba, região de Campinas, em 10 de atrássto de 2020. Moradora de Sertãozinho, ela estava em Ribeirão Preto alguns dias antes de desaparecer. A última vez que foi vista foi uma semana antes, deixando um motel na Avenida do Bananal.
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Relação entre Vítima e Réu
Segundo informações da polícia, Iris Jr. relatou um relacionamento com Alice Garefa entre atrássto e dezembro de 2019, período em que ela morou em Florianópolis. Ele disse ter conhecido a maquiadora em um ponto de prostituição na capital catarinense e que, posteriormente, ela passou a morar em sua casa. O desenrolar do julgamento e as evidências apresentadas serão cruciais para determinar a sentença final.



