João Henrique da Silva é acusado de homicídio doloso; ele confessou ter bebido e usado drogas antes de dirigir
Nesta quarta-feira (data a ser inserida), o administrador de empresas João Henrique Garcia da Silva foi a júri popular em Ribeirão Preto. Ele é acusado de dois crimes que chocaram a região.
O Caso do Acidente com Mototaxista
Em 2 de maio de 2015, João Henrique se envolveu em um acidente na região da Patriarca, em Ribeirão Preto. Dirigindo sua caminhonete, ele atingiu uma moto, arrastando-a por cerca de 50 metros. O mototaxista Lucas Suárez Gomes morreu no local, e o garupa, Cleiton Rodrigo da Silva, ficou ferido. Imagens do acidente mostram a caminhonete de João Henrique percorrendo a distância com a moto presa embaixo, deixando rastros de faíscas. O réu não prestou socorro e só parou após ser contido por moradores. Em depoimento à polícia, ele confessou ter bebido e usado drogas antes de dirigir, afirmação repetida em audiência em 2017. João Henrique responde por homicídio doloso qualificado (com intenção de matar, emprego de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima) e tentativa de homicídio com as mesmas qualificadoras.
Prisão por Tráfico de Drogas
Em 2017, João Henrique foi preso em Sertãozinho, acusado de tráfico de drogas e posse ilegal de munição. A polícia apreendeu drogas e munições em sua residência, e ele confessou a venda de drogas na cidade. A prisão ocorreu enquanto ele respondia ao processo do acidente em liberdade, após ter conseguido um habeas corpus.
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Desfecho dos Casos
Os júris populares de João Henrique Garcia da Silva em Ribeirão Preto e de outro caso em Ituverava (nome a ser inserido) aconteceram simultaneamente. A expectativa é que as sentenças sejam divulgadas ao longo da tarde ou noite. Ambos os casos geraram grande impacto na região, e o júri popular representa um desfecho para esses crimes que marcaram a população.



