Segundo ela, o agressor do estudante de 17 anos cometeu uma tentativa de homicídio, e não lesão corporal, como diz a Polícia
Adolescente em estado grave após agressão
Rian Augusto Rosa, 17 anos, permanece em coma no Hospital das Clínicas após sofrer agressões ao sair da escola em Chate, Unópolis. A advogada Sandra Moraes Peporini, que representa a família, afirma que o estado de Rian é grave e que ele pode ficar com sequelas permanentes, inclusive em estado vegetativo, devido às fortes pancadas na cabeça.
Pedido de revisão do crime
Sandra Peporini se reunirá com o delegado responsável para pedir a revisão da classificação do crime de lesão corporal para tentativa de homicídio. A advogada argumenta que o agressor, Donizete Alfredo Bosco, 29 anos, agiu de forma premeditada, sabendo dos riscos à vítima. Bosco já prestou depoimento, confessando as agressões e afirmando estar arrependido. Ele alegou ter espancado Rian com a ajuda de amigos após descobrir que o adolescente havia saído com um ex-namorado.
Agressão motivada por ciúmes
De acordo com a advogada, o agressor agiu por ciúmes, espancando Rian brutalmente. A família busca justiça e espera que o agressor seja responsabilizado pela gravidade de seus atos e pelas consequências para a vida de Rian. O estado de saúde do adolescente permanece inalterado, sem evolução positiva até o momento, segundo informações médicas.
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O caso destaca a gravidade da violência e a necessidade de punição exemplar para atos de agressão motivados por intolerância e ciúmes. A família de Rian espera que a justiça seja feita e que o agressor responda pelos seus crimes, garantindo que ele seja responsabilizado pela tentativa de homicídio e pelas graves consequências para a vida do adolescente.



