Segundo o advogado Antônio Carlos de Oliveira a decisão do júri é “é contrária à prova dos autos”
Guilherme Longo foi condenado a 40 anos de prisão no último sábado pela morte do menino Joaquim, mas seu advogado, Antônio Carlos, já anunciou que irá recorrer da decisão.
Inconsistências na sentença
A defesa discorda da sentença, alegando que a decisão foi contrária às provas apresentadas e desproporcional à gravidade dos fatos, considerando que Guilherme Longo é primário. A defesa destaca ainda a falta de unanimidade do júri na condenação.
Reações diversas
A mãe de Guilherme Longo manifestou insatisfação com o veredito, enquanto o pai de Joaquim comemorou a decisão, afirmando que a justiça foi feita e que perdoou os envolvidos. Natalia Ponte, mãe de Joaquim, foi inocentada pelo júri, que entendeu que ela não foi omissa nos cuidados com o filho. Apesar da alegria, Natalia preferiu não comentar o caso com a imprensa.
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A versão da defesa de Natalia Ponte
O advogado de Natalia Ponte, destacou que as provas indicavam a inocência da sua cliente, apontando-a como vítima de violência doméstica e enfatizando a dor da perda do filho como o maior sofrimento em sua vida. A defesa argumentou que todas as evidências apontavam para a culpa de Guilherme Longo.
Guilherme Longo, preso desde 2018, continuará cumprindo pena em regime fechado. O caso gerou grande repercussão e dividiu opiniões, expondo diferentes perspectivas sobre a justiça e a dor da perda.



