Wagner Simões assume participação de seu cliente, mas nega que tenha sido ele o assassino
O caso da morte do engenheiro Beto Braga, assassinado em Ribeirão Preto, continua gerando dúvidas. Gabriel Souza Brito, principal suspeito, prestou depoimento após ser preso no Rio de Janeiro.
Depoimento Contraditório
Apesar do delegado Targinosório afirmar que Gabriel confessou o crime e que pode haver um segundo envolvido, o próprio suspeito não admite o assassinato em sua declaração. Gabriel expressou tristeza, pediu desculpas à família de Beto e mencionou um desentendimento, mas negou ter matado Beto Braga. A defesa alega que havia uma terceira pessoa presente no local onde ocorreu o crime.
Investigação em Andamento
A polícia investiga o caso como latrocínio, enquanto a defesa tenta classificá-lo como homicídio comum. Um segundo suspeito, ainda não identificado pela polícia, mas conhecido por um apelido, é procurado. A polícia trabalha com a hipótese de um terceiro indivíduo ter participado do crime, que aconteceu na madrugada do dia 29 de dezembro, em um quarto alugado perto da Avenida do Café. Um laudo pericial deve esclarecer detalhes sobre a morte de Beto Braga, que foi estrangulado.
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Versões Conflitantes
As versões apresentadas pela polícia e pela defesa de Gabriel divergem. O delegado afirma que Gabriel participou diretamente da morte, enquanto o advogado argumenta que seu cliente não sabe exatamente como ocorreu o crime, apenas que houve uma briga. O advogado também afirma que o celular de Gabriel foi apreendido pela polícia. O depoimento do suspeito, segundo seu advogado, foi esclarecedor para demonstrar que ele não sabe especificar como o crime aconteceu, apesar de admitir a presença no local e o desentendimento. A investigação segue em andamento, e a prisão do segundo suspeito pode trazer novas informações sobre o caso.



