Representante do suspeito de matar o engenheiro também teria dito que eles usaram drogas antes do crime
Em meio a investigações sobre a morte do engenheiro Beto Braga, novas informações vieram à tona. Gabriel Souza Brito, suspeito do crime, confirmou sua participação ao seu advogado, Dr. Wagner Simões. O depoimento, prestado na delegacia de Ribeirão Preto, revelou detalhes surpreendentes sobre o ocorrido.
Confissão e Circunstâncias do Crime
Segundo o advogado, Gabriel admitiu envolvimento na morte de Beto Braga, ocorrida no final do ano passado. No entanto, ele alegou que não se tratou de um crime premeditado, descartando a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). A versão apresentada indica que houve uma discussão e o uso de substâncias entorpecentes por um período prolongado, culminando na morte da vítima. A intenção de roubo, segundo Gabriel, não existia.
Múltiplos Envolvidos e Incertezas
Um ponto crucial do depoimento é a menção à presença de outras pessoas no local do crime. O advogado afirma que, além de Gabriel, outras pessoas teriam usado as mesmas substâncias entorpecentes. A identidade dessas pessoas ainda não foi revelada, e o sigilo do processo impede maiores detalhes por enquanto. A investigação buscará esclarecer o grau de participação de cada um dos envolvidos. O advogado demonstra preocupação de que seu cliente esteja minimizando sua responsabilidade, omitindo detalhes cruciais para proteger terceiros.
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Investigação em Andamento
O depoimento de Gabriel Souza Brito é apenas o início das investigações. A polícia terá a oportunidade de confrontá-lo com as evidências e aprofundar a apuração dos fatos. A entrevista do advogado trouxe algumas informações, mas muitas questões permanecem sem resposta. A investigação policial prosseguirá para determinar a responsabilidade de cada indivíduo envolvido na trágica morte do engenheiro Beto Braga.



