Promotoria contesta pedido do advogado do padrasto acusado de matar o menino em novembro de 2013
A defesa de Guilherme Longo anunciou nesta quarta-feira a autorização judicial para a realização de novos exames nas vísceras de Joaquim, o menino falecido em novembro de 2013 em Ribeirão Preto. Os exames serão conduzidos com a supervisão do Instituto Nacional de Criminalística.
A Busca por Novos Resultados
Em entrevista à CBN Ribeirão, o advogado de defesa expressou a crença de que laboratórios parceiros poderão contribuir com novos resultados a partir dos exames. No entanto, o promotor do caso, Marcos Tulio Nicolino, contesta essa versão, afirmando que a solicitação para os novos exames partiu dele, e não da defesa.
Esclarecimentos e a Busca pela Verdade
Segundo o promotor, o objetivo é garantir total transparência no caso e demonstrar que não há elementos que possam levar à inocência do acusado. Joaquim Pontes Marques, de apenas três anos, foi encontrado morto no Rio Pardo, em Barretos, em 10 de novembro de 2013, após desaparecer da residência familiar em Ribeirão Preto.
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O Caso e as Acusações
Guilherme Longo, padrasto de Joaquim, e a mãe, Natália Pontes, tiveram suas prisões decretadas logo após a descoberta do corpo. A Polícia Civil concluiu que Longo assassinou o menino, que sofria de diabetes, aplicando uma dose excessiva de insulina e descartando o corpo em um córrego próximo. Ele foi indiciado por homicídio triplamente qualificado.
O Papel da Mãe
Natália Pontes foi acusada pelo Ministério Público por omissão, alegando que ela tinha conhecimento do comportamento agressivo de Longo e de seu retorno ao uso de drogas.
Enquanto a decisão sobre os novos exames nas vísceras de Joaquim é processada, a investigação do caso permanece em andamento.



