Dr. Paulo Braga conversou com a reportagem da CBN e explicou a situação do consórcio
A empresa que gerencia o transporte público de Ribeirão Preto, a Pró-Urbano, solicitou um subsídio de R$ 8 milhões à prefeitura. O pedido se justifica pelas perdas financeiras causadas pela pandemia de Covid-19, que resultou em uma drástica redução no número de passageiros.
Queda no número de passageiros e impacto financeiro
De acordo com informações do advogado Dr. Paulo Braga, a Pró-Urbano transportava cerca de 200 mil passageiros por dia antes da pandemia. Atualmente, esse número caiu para 65 mil. A frota de ônibus também foi reduzida de 341 para 214 veículos. Essa queda acentuada na demanda, aliada à manutenção da operação, gerou um prejuízo estimado em R$ 8 milhões em apenas dois meses.
Medidas de contenção e dependência do poder público
Para minimizar as perdas, a Pró-Urbano negociou com os funcionários uma redução de 25% nos salários e na jornada de trabalho. No entanto, como prestadora de serviço público, a empresa não pode interromper suas operações. A Pró-Urbano destaca sua dependência da prefeitura, inclusive quanto à definição de rotas e quantidade de veículos em circulação, reforçando a necessidade de auxílio financeiro para compensar os prejuízos.
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Pedido de subsídio e posicionamento da prefeitura
Além do subsídio de R$ 8 milhões para cobrir os prejuízos já acumulados, a Pró-Urbano pede apoio financeiro durante todo o período de isolamento social. A empresa aguarda um posicionamento oficial da prefeitura de Ribeirão Preto sobre o pedido.



