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Agente de turismo é investigada por aplicar golpes em clientes em Patrocínio Paulista

Três denúncias foram realizadas e, segundo elas, a mulher vende as viagens e desaparece com o dinheiro
Agente de turismo é investigada
Três denúncias foram realizadas e, segundo elas, a mulher vende as viagens e desaparece com o dinheiro

Três denúncias foram realizadas e, segundo elas, a mulher vende as viagens e desaparece com o dinheiro

A dona de uma agência de turismo de Patrocínio Paulista, na região de Franca, é alvo de investigação da Polícia Civil sob suspeita de ter recebido valores de clientes por pacotes de viagem e desaparecido em seguida. Segundo o delegado Alambazalha Lopes, da delegacia de Patrocínio, ao menos três vítimas já registraram boletins de ocorrência, mas o número pode ser maior.

Investigação e possíveis tipificações

De acordo com o delegado, será instaurado inquérito para apurar os fatos e verificar a tipificação mais adequada — seja estelionato ou apropriação indébita. A prioridade da polícia, segundo Lopes, é localizar a proprietária da agência; informações apontam que ela não estaria em sua residência. A investigação também deverá receber registros encaminhados por unidades policiais de cidades vizinhas.

Vítimas e orientações da polícia

Até o momento foram registrados oficialmente três boletins de ocorrência, mas a delegacia alerta que o número de pessoas lesadas pode ser maior. Qualquer vítima que tenha contratado serviços com a agência deve comparecer a qualquer unidade policial para registrar ocorrência, levando comprovantes de pagamento e contratos ou comprovantes de prestação de serviços.

Relato de uma vítima

Uma das pessoas que diz ter sido lesada relatou que a ocorrência teria se dado em março, em uma viagem com destino a Mangaguá, com saída prevista para 7 de março e retorno em 14 de março. Segundo o relato, a proprietária da agência anunciou o cancelamento da viagem por falta de pagamentos da maioria dos participantes e prometeu devolver os valores aos que já haviam pago, estimando que o ressarcimento levaria três a quatro dias.

Dias depois, conforme a vítima, a responsável teria bloqueado o telefone da filha da contratante e excluído os participantes do grupo da viagem. Em seguida, a mulher desapareceu, levando, segundo as vítimas, o dinheiro pago pelos clientes.

As pessoas que se sentirem lesadas pelo ocorrido procuram apoio na polícia local para formalizar a denúncia e colaborar com as investigações em curso.

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