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‘Ajuda, mas não resolve’, diz economista sobre o Auxílio Emergencial

Avanço da vacinação é dado, pelo especialista, como principal solução para o reaquecimento da economia do Brasil
Auxílio Emergencial
Avanço da vacinação é dado, pelo especialista, como principal solução para o reaquecimento da economia do Brasil

Avanço da vacinação é dado, pelo especialista, como principal solução para o reaquecimento da economia do Brasil

Auxílio Emergencial: Um paliativo, não a solução

O economista José Rita Moreira afirma que o auxílio emergencial, apesar de importante, não resolve a crise econômica enfrentada por milhões de famílias brasileiras. Mesmo com o aumento para mães solteiras (R$ 375), o valor das quatro parcelas representa apenas um paliativo, minimizando, mas não solucionando o problema.

Aposta na vacinação e na retomada econômica

Moreira destaca a importância da vacinação em massa como fator crucial para a retomada econômica. Com a meta de um milhão de vacinados por dia, acelerada pela participação do Exército, a perspectiva é positiva. Setores como agronegócio e exportações mostram sinais de recuperação, mas a geração de empregos e renda depende da volta do funcionamento pleno da economia.

Expectativas para o segundo semestre

O economista acredita que o avanço da vacinação permitirá uma recuperação econômica mais significativa no segundo semestre de 2021. A expectativa é de que a geração de empregos e renda substitua gradualmente a necessidade do auxílio emergencial, que, embora necessário, é apenas uma medida temporária.

Em resumo, o auxílio emergencial demonstra-se insuficiente para sanar os problemas econômicos agravados pela pandemia. A esperança reside na aceleração da vacinação e na consequente retomada das atividades econômicas, gerando empregos e renda para a população.

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