Promotor afirma que isso ocorrerá mesmo com possível diagnóstico de distúrbio mental da mulher que matou a filha e a neta
O inquérito policial sobre o trágico caso de Alda Poj, acusada de assassinar sua filha grávida e agredir seu neto, foi concluído pela Polícia Civil. O Ministério Público já recebeu o pedido de prisão preventiva de Alda.
A Necessidade de Avaliação Mental
Segundo o promotor Marcos Túlio Nicolino, é crucial avaliar as condições mentais de Alda. A defesa solicitou um exame pericial para determinar se ela sofre de alguma doença mental, pedido que foi aceito pelo Ministério Público e está sob avaliação do juiz. O objetivo é determinar se Alda possui alguma condição que possa influenciar sua responsabilidade pelos atos.
Possível Participação de um Vizinho e Reconstituição do Crime
O promotor Nicolino também ressaltou a importância de investigar a possível participação de um vizinho no crime, abrindo a possibilidade de uma reconstituição dos fatos. Essa medida visa esclarecer todos os ângulos do caso e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados.
Indiciamento por Homicídio Mantido
Mesmo que um distúrbio mental seja clinicamente confirmado, o promotor Nicolino enfatizou que Alda Poj será indiciada por homicídio. Ele explicou que o exame mental influenciará a pena, determinando se ela será punida da forma tradicional ou se será internada em um estabelecimento psiquiátrico caso seja condenada.
Alda Poj permanece internada em um hospital psiquiátrico em Jaboticabal. Ela é acusada de esfaquear sua filha, a professora Lígia Poj, de 30 anos, que estava grávida de sete meses, e de ferir seu neto de 4 anos, Lucas Bretas.
O caso segue em investigação, buscando esclarecer todos os detalhes e garantir a justiça para as vítimas.



