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Alerta: dor torácica pode ser sinal de algo mais grave

Com a pandemia, muitas pessoas negligenciaram o tratamento de outras doenças com medo de exposição ao novo coronavírus
dor torácica
Com a pandemia, muitas pessoas negligenciaram o tratamento de outras doenças com medo de exposição ao novo coronavírus

Com a pandemia, muitas pessoas negligenciaram o tratamento de outras doenças com medo de exposição ao novo coronavírus

Em 2020, com o foco na Covid-19, outras doenças ficaram em segundo plano. Entretanto, é crucial lembrar que condições como dores no peito exigem atenção imediata. Um alerta importante para a saúde: uma simples dor no peito pode ser sinal de infarto agudo do miocárdio, responsável por mais de 90 mil mortes anuais no Brasil.

Dor no peito: um sinal de alerta

A experiência de Rodrigo Botelho ilustra a gravidade da situação. Durante um passeio de bicicleta, sentiu uma dor no peito, inicialmente ignorada. A dor se intensificou, levando-o ao desmaio. Após três paradas cardíacas e uma hora de massagem, recebeu atendimento médico e foi diagnosticado com uma artéria descendente anterior esquerda 100% obstruída. Sua recuperação exigiu 35 dias de internação e diversos procedimentos.

Prevenção e Tratamento do Infarto

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra 300 mil casos de infarto agudo do miocárdio por ano, com 30% de mortalidade. O cardiologista Moisés de Oliveira Lima Filho destaca a importância do diagnóstico rápido. A dor no peito (dor torácica) é o principal sintoma, e o atendimento imediato é crucial. Protocolos de atendimento priorizam pacientes com dor torácica, permitindo avaliação rápida e descarte de condições graves. O tratamento eficaz, como a angioplastia, reduz a mortalidade para cerca de 2% a 3% quando realizado nas primeiras seis horas do início dos sintomas. O tempo é fundamental para salvar vidas.

Histórias como a de Rodrigo reforçam a necessidade de buscar ajuda médica diante de qualquer dor no peito. A prevenção e o diagnóstico precoce são vitais para reduzir a alta taxa de mortalidade associada ao infarto agudo do miocárdio.

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