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Almanaque CBN debate os perigos do ‘coronavírus’

Doença já matou 254 pessoas em 24 países; no Brasil, 12 pessoas estão com suspeita do vírus
coronavírus
Doença já matou 254 pessoas em 24 países; no Brasil, 12 pessoas estão com suspeita do vírus

Doença já matou 254 pessoas em 24 países; no Brasil, 12 pessoas estão com suspeita do vírus

Em fevereiro de 2020, o mundo acompanhava o início da pandemia de coronavírus. O vírus, originário da China, já apresentava casos confirmados em outros países e, no Brasil, casos suspeitos eram investigados pelo Ministério da Saúde.

O que são coronavírus?

De acordo com a infectologista Dra. Silvia Fonseca e o Dr. Benedito Fonseca, do Ministério de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, os coronavírus são zoonoses, vírus que infectam animais e, ocasionalmente, passam para humanos. Existem quatro tipos que causam sintomas gripais leves e três que causam doenças mais graves, como a SARS (2002-2003) e a MERS (2012). O novo coronavírus, chamado de 2019-nCoV, apresentava sintomas semelhantes: febre, tosse, dor no corpo e, em casos graves, pneumonia e óbito.

Preocupações e medidas de contenção

A rápida disseminação do vírus causava preocupação, mas os especialistas destacaram que o número de mortes era menor que o da gripe na Califórnia naquele ano. A transmissão do novo coronavírus era alta, infectando quase o mesmo número de pessoas que a SARS em um tempo menor, mas com uma taxa de letalidade significativamente inferior. As autoridades de saúde monitoravam os viajantes vindos da China, avaliando-os ao chegar no Brasil, e medidas como o uso de máscaras em pacientes sintomáticos e a higienização frequente das mãos eram recomendadas. A vacina contra a gripe, embora não eficaz contra o coronavírus, era importante para reduzir a incidência de outras infecções respiratórias.

A entrevista ressaltou a importância da vigilância, da higiene das mãos e da etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar) como medidas eficazes para conter a propagação do vírus. Embora não houvesse pânico, a situação exigia atenção e a adoção de medidas preventivas. A rápida disseminação global do vírus, no entanto, era esperada dada a globalização, mas os mecanismos de contenção também eram rápidos e eficazes.

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