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Amiga disse à Polícia que Giulia estava sentada contemplando o teto quando a estrutura caiu

Depoente, que não teve o nome divulgo, teve ferimentos no rosto, mas passa bem após alta médica
queda de estrutura
Depoente, que não teve o nome divulgo, teve ferimentos no rosto, mas passa bem após alta médica

Depoente, que não teve o nome divulgo, teve ferimentos no rosto, mas passa bem após alta médica

Júlia Rigueto, de 26 anos, morreu após o desabamento da Igreja do Ouro, em Salvador, na Bahia. Amigos relataram à Polícia Civil que Júlia estava sentada admirando o teto da igreja momentos antes do incidente.

Depoimento de Testemunhas

Uma amiga de Júlia, que também estava na igreja e sofreu ferimentos leves, prestou depoimento após receber alta hospitalar. Ela contou que ouviu um barulho alto, conseguiu escapar correndo, mas Júlia não teve tempo de reagir. A amiga relatou que, apesar dos escombros, a cabeça de Júlia ficou mais protegida pela posição em que caiu.

Investigação e Retorno para São Paulo

A delegada Camilla Albuquerque, responsável pela investigação, informou que a amiga de Júlia e outras duas pessoas que estavam com ela na viagem, incluindo o namorado, anteciparam o voo de retorno para São Paulo. Os pais de Júlia também foram ouvidos após chegar a Salvador. Os pertences de Júlia foram entregues aos pais, que posteriormente foram ao IML e deixaram o local sem falar com a imprensa.

O Perfil de Júlia e o Legado de Voluntariado

Júlia era natural de Ribeirão Preto, mas será enterrada em Londrina, no Paraná. Amigos e familiares descrevem Júlia como uma pessoa bondosa e alegre. Ela tinha um histórico de trabalho voluntário, participando do projeto ISPM Social, onde ajudava ONGs e escolas públicas. Fred Lúcio, coordenador do projeto, destacou a dedicação de Júlia, que mesmo após assumir um cargo de gestão, optou por retornar a uma equipe de trabalho em um projeto que atendia escolas públicas, pois seu sonho era compartilhar seus conhecimentos acadêmicos com estudantes.

As investigações sobre o desabamento da Igreja de São Francisco continuam. A retirada dos escombros será feita com cuidado para preservar as obras de arte que sobreviveram. A igreja, construída no século XVIII, possui um rico acervo artístico, incluindo obras doadas pelos reis de Portugal e pelo Papa Inocêncio XII. O incidente levanta preocupações sobre a segurança de outras igrejas históricas no Brasil, principalmente após relatos de rachaduras na Catedral Metropolitana.

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