Ex-Secretário da Educação de Ribeirão Preto foi denunciado pelo Ministério Público por peculato e está preso em Tremenbé
O ex-secretário municipal de Educação, Ângelo Inverniz, busca liberdade através de um habeas corpus impetrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Inverniz, que enfrenta denúncias do Ministério Público por peculato – crime cometido por servidores públicos contra a administração –, teve seu pedido protocolado na última sexta-feira e aguarda julgamento.
Recurso Negado Anteriormente
Antes de recorrer ao STJ, Inverniz já havia buscado a Justiça de São Paulo, mas seu pedido de habeas corpus foi negado. A insistência em instâncias superiores demonstra a busca incessante da defesa pela libertação do ex-secretário.
Operação Sevandija e Prisões
Ângelo Inverniz foi preso no dia 1º de setembro, durante a Operação Sevandija, uma ação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Federal. A operação investiga fraudes, licitações irregulares, corrupção ativa e passiva, além do pagamento de propinas a agentes políticos.
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Outros Envolvidos e Decisões Judiciais
O advogado Sandro Rovane e o empresário Marcelo Plastino, proprietário da empresa Atmosfera, também tentaram obter habeas corpus, mas o STJ negou as liminares. O desembargador Lourie Barbiero, relator do processo na 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, justificou a necessidade da prisão preventiva para garantir a continuidade do processo, considerando que as penas dos crimes imputados a Rovane e Plastino (peculato e corrupção ativa) somam mais de 4 anos.
Situação Atual
Portanto, Ângelo Inverniz, Marcelo Plastino e Sandro Rovane permanecem sob investigação na Operação Sevandija e continuam detidos.
Com informações de Lucas Breitas, Rádio CBN Ribeirão.
Diante do exposto, os desdobramentos do caso seguem em aberto, com a expectativa voltada para a decisão do STJ sobre o pedido de habeas corpus de Ângelo Inverniz.



