Marcos de Castro, crítico de cinema, faz a resenha deste filme, que busca atrair todos os públicos; ouça a coluna ‘Cinema’
Uma animação coreana que bate recordes
O filme de animação coreano sobre Jesus, Rei dos Reis, tem quebrado recordes de bilheteria nos Estados Unidos e promete fazer o mesmo no Brasil. Superando clássicos como O Príncipe do Egito (1998), a animação chega aos cinemas em um período propício, atraindo famílias inteiras para as salas de cinema.
Um novo olhar sobre uma história clássica
Apesar de contar a história de Jesus Cristo, similar a outras produções como o filme de 1961, Rei dos Reis, a animação coreana apresenta uma abordagem diferenciada. Com traços que remetem aos desenhos animados dos anos 90, a produção busca cativar tanto o público adulto nostálgico quanto as crianças, com uma narrativa envolvente e sem apelar para a conversão religiosa. A inclusão de humor sutil e momentos de comédia pastelão contribui para tornar a história mais acessível ao público infantil, sem perder a emoção e a profundidade da narrativa bíblica.
Sucesso de crítica e público
Com mais de 94% de aprovação da crítica especializada e 50% de aprovação do público feminino, Rei dos Reis se destaca pela qualidade da animação e pela abordagem equilibrada da história. A escolha de um elenco de dubladores talentosos, tanto na versão americana com Oscar Isaac, quanto na versão brasileira, contribui para o sucesso da produção. A animação tem sido elogiada por sua capacidade de apresentar a história de Jesus de forma envolvente e acessível a diferentes públicos, sem forçar a conversão religiosa e focando na mensagem de fé e esperança.
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Em resumo, Rei dos Reis é uma animação coreana que se destaca pela sua qualidade técnica, pela abordagem criativa da história de Jesus e pelo seu apelo familiar. A produção consegue equilibrar momentos de emoção e reflexão com toques de humor, tornando-se uma opção de entretenimento para toda a família, independentemente da crença religiosa.



