Ouça a coluna ‘CBN Pet News’, com Alexandre Martini de Brum
Com a chegada do verão, os casos de dermatite solar em animais de estimação, principalmente cães e gatos, aumentam consideravelmente. Essa condição é diretamente influenciada pelo aumento da radiação ultravioleta, que se torna mais intensa nesta época do ano.
O Que é Dermatite Solar em Pets?
Ao contrário dos humanos, que sofrem queimaduras solares, cães e gatos desenvolvem uma condição chamada dermatite actínica ou dermatite solar. Essa condição é mais comum em animais de pelagem clara, que possuem menos proteção natural contra os raios solares. Gatos que adoram banhos de sol e cães que passam muito tempo ao ar livre são particularmente vulneráveis.
Riscos e Prevenção
As lesões causadas pela dermatite solar podem ser graves e, em alguns casos, evoluir para câncer de pele. Por isso, a prevenção é fundamental. A melhor forma de proteger seu pet é evitar a exposição solar nos horários de pico, entre 10h e 16h. Mantenha-os em áreas sombreadas ou dentro de casa durante esses períodos.
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Alternativas e Cuidados Adicionais
Embora a restrição da exposição solar seja a medida mais eficaz, existem outras opções. Protetores solares específicos para animais, com fator de proteção acima de 30, podem ser aplicados, mas a eficácia é limitada, pois os animais tendem a lamber e remover o produto. Além disso, os pets precisam de sol para produzir vitamina B, então, permitir o acesso ao sol antes das 10h e após as 16h é uma boa alternativa.
Adotar medidas preventivas e estar atento aos sinais de dermatite solar são atitudes importantes para garantir a saúde e o bem-estar dos seus animais de estimação.