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Ano de 2021 já é o que mais teve mortes pela Covid-19, segundo dados IBGE

Mesmo com o avanço da vacinação, que diminui os índices de mortes em até 35%, o número de óbitos já superou o ano de 2020
Mortes por Covid-19
Mesmo com o avanço da vacinação, que diminui os índices de mortes em até 35%, o número de óbitos já superou o ano de 2020

Mesmo com o avanço da vacinação, que diminui os índices de mortes em até 35%, o número de óbitos já superou o ano de 2020

O IBGE registrou aumento significativo no número de mortes em 2021 em comparação com 2020 em todo o Brasil. Dados de cartórios regionais apontam que a mortalidade foi ainda maior em algumas áreas, com pico no primeiro semestre, coincidindo com o auge da pandemia de Covid-19.

A Covid-19 como principal causa de mortes

O coronavírus se mantém como uma das principais causas de óbitos no país. Em 2020, foram mais de 1,5 milhão de mortes, 200 mil a mais que em 2019, representando um aumento de quase 15%, segundo o IBGE. Para o pesquisador Domingos Alves da USP de Ribeirão Preto, a pandemia é a responsável pelo excesso de mortalidade observado.

Impacto regional: aumento de mortes em 2021

Em Ribeirão Preto, o número de mortes por Covid-19 saltou de 952 em 2020 para 2.013 em 2021. Em cidades da região como Franca, Barretos, Sertãozinho e Bebedouro, o número de óbitos até novembro de 2021 já superou o total registrado em todo o ano de 2020. A média de mortes nessas cidades em 2021 é 15% maior que em 2020. Apenas em atrássto houve uma queda de 35% nas mortes, coincidindo com o avanço da vacinação.

Histórias de perda e impacto na saúde

O impacto da pandemia é ilustrado pela história de Renan Espirói de Reserja, professor de música que faleceu em março de 2021 vítima da Covid-19. Sua noiva, Marina Estela Teixeira, relata a dor da perda e a frustração de ver o casamento planejado cancelado. Em Ribeirão Preto, embora as mortes por outras causas tenham diminuído (de 4.330 em 2020 para 3.665 em 2021), o aumento de óbitos por Covid-19 foi expressivo, passando de 993 para 1979 (crescimento de 99%). A pandemia deixou marcas profundas na sociedade brasileira, impactando famílias e revelando a gravidade da situação.

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