Vacina do Instituto Butantan deve ser incorporada ao SUS e disponibilizada gratuitamente; Rodrigo Stabeli comenta
Nesta semana, tivemos a notícia animadora da liberação da vacina contra a chikungunya, que poderá ser aplicada em pessoas a partir de seis meses de idade. Produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, a vacina representa um alento, principalmente considerando o sofrimento causado pela doença.
Chikungunya: sintomas e impacto
A chikungunya, inicialmente semelhante à dengue, evolui causando fortes dores articulares e pode se tornar crônica. Pessoas com doenças preexistentes, como obesidade, diabetes ou problemas imunológicos, sofrem ainda mais, podendo apresentar sintomas por anos. A vacina gratuita do SUS representa um avanço significativo na prevenção dessa doença debilitante.
Vacinação em massa e outras campanhas
A vacina contra chikungunya deve começar a ser distribuída no próximo ano. Paralelamente, a campanha nacional de imunização, lançada em 7 de abril, inclui a vacinação contra gripe (H1N1) e Covid-19, principalmente para grupos prioritários como idosos, profissionais de saúde e gestantes. A vacinação em escolas foi retomada, reforçando a importância da prevenção.
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Prevenção e cuidados
O médico destaca a importância da vacinação como forma de criar uma barreira contra doenças graves. Mesmo vacinados, pode haver uma manifestação clínica leve da doença, mas a vacina reduz drasticamente os casos graves e óbitos. Em caso de sintomas gripais, recomenda-se o uso de máscara, afastamento social e procurar atendimento médico. A prevenção é fundamental, especialmente em períodos chuvosos, quando há maior circulação de vírus respiratórios.