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Aparelho devolve audição de mulher que teve surdez parcial após câncer na cabeça

Silvia Santos, de 45 anos, ficou cinco anos sem ouvir de um ouvido e com perda de 60% no outro; conheça essa história!
Aparelho devolve audição de mulher que
Silvia Santos, de 45 anos, ficou cinco anos sem ouvir de um ouvido e com perda de 60% no outro; conheça essa história!

Silvia Santos, de 45 anos, ficou cinco anos sem ouvir de um ouvido e com perda de 60% no outro; conheça essa história!

Uma história de recuperação marcada por duas vitórias: o tratamento bem-sucedido contra o câncer e a reposição da audição. É o caso de Elaine Cristina da Silva Santos, costureira de 45 anos, que voltou a ouvir após ser atendida pelo Centro de Reabilitação do Hospital de Amor de Barretos. A reportagem do G1, veiculada na CBN, traz o relato da paciente e da família sobre a retomada da rotina.

Diagnóstico e tratamento

Elaine foi diagnosticada com meningioma, tumor que atinge as meninges — membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ao longo de aproximadamente cinco anos, a paciente teve perda auditiva progressiva: um dos ouvidos ficou praticamente sem função e o outro manteve cerca de 40% da capacidade antes do tratamento. Além do próprio tumor, os procedimentos terapêuticos podem provocar dano auditivo em alguns casos, efeito conhecido e monitorado pelas equipes médicas.

Reabilitação auditiva

Há cerca de 20 dias, Elaine foi selecionada pelo Centro de Reabilitação do Hospital de Amor para receber um aparelho auditivo. Desde então, relata melhora significativa e passa pelo processo de readaptação ao som. A equipe ressaltou que a reabilitação auditiva é parte importante da recuperação funcional de pacientes que enfrentam tumores na região da cabeça e pescoço.

Impacto para a família e perspectivas

O retorno parcial da audição trouxe alívio e esperança para a família, que acompanhou de perto a luta contra o câncer e as consequências do tratamento. O caso de Elaine ilustra tanto os desafios impostos pela doença quanto os avanços e o apoio oferecidos por centros especializados, que podem mudar a qualidade de vida dos pacientes.

O relato reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar durante e após o tratamento oncológico e mostra como intervenções de reabilitação podem devolver autonomia a quem enfrenta essas sequelas.

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