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Apartamento de Plastino é alvo de novas buscas da PF e do MP

Um dos investigados pela Operação Sevandija, proprietário da empresa Atmosphera se matou na noite de sexta-feira
Busca PF apartamento Plastino
Um dos investigados pela Operação Sevandija, proprietário da empresa Atmosphera se matou na noite de sexta-feira

Um dos investigados pela Operação Sevandija, proprietário da empresa Atmosphera se matou na noite de sexta-feira

A Polícia Federal e o Ministério Público realizaram novas buscas no apartamento do empresário Marcelo Plastino, encontrado morto na última sexta-feira. As investigações giram em torno da Operação Sevandígea, que apura um grande esquema de corrupção em Ribeirão Preto.

Buscas e Documentos Apreendidos

Durante as buscas no imóvel de Plastino, foram apreendidos documentos e dispositivos de mídia que podem auxiliar nas investigações. O promotor Leonardo Romanelli confirmou a relevância dos materiais encontrados para o andamento do caso, em entrevista ao repórter João Carlos Borda da IPTV.

Revelações da Carta de Plastino

Entre os itens apreendidos, uma carta escrita por Plastino antes de sua morte revelou detalhes impactantes sobre o esquema de corrupção. No documento, ele denuncia repasses ilícitos a deputados estaduais e vereadores, apontando a prefeita como chefe do esquema. A carta menciona pagamentos de propina e cita, nominalmente, os envolvidos. O empresário também descreve os nove vereadores da base aliada da prefeita como ‘vereadores de aluguel’. A carta detalha repasses de R$ 600 mil ao deputado estadual Baleia Rossi e ao deputado estadual Leo Oliveira, ambos do PMDB. O valor repassado a Leo Oliveira não foi divulgado.

Investigações em Andamento

Além da carta, a Polícia Federal e o Gaeco analisam um pendrive, computadores e contratos de licitações apreendidos. As informações são mantidas sob sigilo. A empresa de Plastino, Atmosfera, terceirizada pela Codep, também é investigada por ser apontada como um cabide de empregos para apadrinhados dos parlamentares. Os nove vereadores envolvidos são alvos de um processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara. As investigações seguem em andamento, com novas audiências previstas.

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