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Após atrasos, Prefeitura rompe contrato com empresa em revitalização da Nove de julho

Principal motivo para a rescisão foram os atrasos na entrega das etapas; Prefeitura negocia com segunda colocada na licitação
revitalização Nove de Julho
Principal motivo para a rescisão foram os atrasos na entrega das etapas; Prefeitura negocia com segunda colocada na licitação

Principal motivo para a rescisão foram os atrasos na entrega das etapas; Prefeitura negocia com segunda colocada na licitação

A Prefeitura de Ribeirão Preto anunciou o rompimento do contrato com a empresa Metropolitana, responsável pela revitalização da Avenida Nove de Julho. A obra, iniciada em junho, apresenta apenas 7% de conclusão, muito abaixo dos 40% esperados.

Rompimento do Contrato e Motivos

Segundo a Prefeitura, a Metropolitana foi notificada cinco vezes por atrasos e justificativas inconsistentes, incluindo a descoberta de galerias não previstas no projeto inicial. Devido ao não cumprimento do contrato, a administração municipal optou pela suspensão, decisão já comunicada e aceita pela empresa. A Metropolitana poderá sofrer multas e suspensão de futuras licitações em Ribeirão Preto, com o caso sendo analisado judicialmente.

Próximos Passos e Alternativas

A Prefeitura busca retomar as obras rapidamente e avalia duas opções: a primeira é negociar com a construtora Rual, segunda colocada na licitação, mantendo os valores originais. A segunda opção, caso a Rual não aceite, seria a abertura de uma nova licitação, o que atrasaria significativamente a obra (pelo menos 60 dias).

Impactos e Preocupações

Enquanto isso, a Prefeitura fará reparos paliativos na Rua Francisco Junqueira, que tem ligação com a obra da Nove de Julho. A revitalização da Avenida Nove de Julho, um patrimônio histórico tombado, requer um trabalho específico, impossibilitando soluções temporárias. O atraso afeta comerciantes da região, que temem prejuízos, especialmente no período natalino. A previsão inicial de entrega da obra em julho de 2024 já foi descartada, com o novo prazo ainda indefinido. A situação gera incerteza e desânimo entre os comerciantes, muitos dos quais já fecharam suas portas devido aos transtornos causados pelas obras.

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