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Após denuncia de apologia ao Nazismo, homem é preso com pornografia infantil em Araraquara

Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na segunda-feira (13); suspeito foi preso em flagrante
Após denuncia de apologia ao Nazismo
Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na segunda-feira (13); suspeito foi preso em flagrante

Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na segunda-feira (13); suspeito foi preso em flagrante

Uma denúncia de apologia ao nazismo em Araraquara levou à prisão de um homem de 42 anos, Após denuncia de apologia ao Nazismo,, flagrado com material de pornografia infantil no Jardim Morumbi. O suspeito prestou depoimento à Polícia Civil e foi encaminhado para a cadeia de Santa Ernestina.

Investigação inicial: As investigações começaram após uma denúncia feita no domingo sobre uma bandeira com a suástica nazista pendurada na janela de uma casa. Uma pessoa fotografou a cena e registrou o caso no plantão policial. No primeiro atendimento, a polícia não encontrou o suspeito nem a bandeira no local.

Mandado de busca e prisão: Com um mandado de busca e apreensão, os policiais retornaram na segunda-feira. Segundo o delegado Renato Cândido Soares, da delegacia de investigações gerais, o homem foi detido ao sair de um cômodo para o banheiro. No quarto, os policiais encontraram dois celulares ligados exibindo pornografia infantil, o que resultou na prisão em flagrante.

Material apreendido: Durante a ação, o suspeito afirmou ter queimado a bandeira com a suástica nazista, e os fragmentos foram encontrados no jardim. Além disso, foram apreendidas três porções de crack e um cartucho de arma calibre 12. Todo o material será submetido à perícia.

Aspectos legais: O caso foi registrado como pedofilia e posse irregular de munição. Um segundo inquérito investiga o material apreendido e o crime de apologia ao nazismo, que prevê pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa. A legislação brasileira estabelece pena de 1 a 4 anos de prisão para quem armazena pornografia infantil, de 3 a 6 anos para quem compartilha e de 4 a 8 anos para quem produz conteúdo relacionado a crimes de exploração sexual.

Informações adicionais

As investigações continuam para tentar identificar outras pessoas envolvidas no crime de pornografia infantil. Não foram divulgados detalhes sobre o andamento dos inquéritos ou sobre a situação atual do suspeito.

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