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Após desastre da aéreo, funcionários desligados da Voepass cobram direitos trabalhistas

Após desastre da aéreo, funcionários desligados da Voepass cobram direitos trabalhistas
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Após desastre da aéreo, funcionários desligados da Voepass cobram direitos trabalhistas

Após desastre da aéreo, funcionários desligados da Voepass cobram direitos trabalhistas

Após o desastre aéreo que impactou suas operações, ex-funcionários da Voepass cobram na justiça os direitos trabalhistas pendentes. Alegações incluem o não pagamento de salários e benefícios como vale-alimentação, agravando a situação financeira já delicada da empresa.

O Drama dos Ex-Funcionários

Alessandra Morales, uma das ex-funcionárias, relata a dificuldade de recomeçar a vida profissional como corretora de imóveis. Aos 45 anos, ela enfrenta o desafio de se recolocar no mercado após quatro meses sem receber salários. A situação de Alessandra é compartilhada por outros ex-colaboradores, que denunciam o não recebimento de verbas rescisórias e benefícios, buscando na justiça o que lhes é de direito.

A Situação Financeira da Voepass

A crise financeira da Voepass se intensificou após o acidente aéreo, somando-se a dívidas trabalhistas preexistentes do período da pandemia. A rescisão de contrato com a Latam, sua principal parceira comercial, agravou ainda mais o cenário. A empresa tentou suspender pagamentos para reorganizar as contas, mas a suspensão de voos pela ANAC, devido a irregularidades, e a posterior cassação do certificado de operador aéreo, inviabilizaram a retomada das operações.

Ação Civil Coletiva e Perspectivas

Diante do crescente número de reclamações, o Ministério Público do Trabalho (MPT) unificou os pedidos de pagamento em uma ação civil coletiva, buscando um planejamento para a quitação dos débitos. A ação, que tramita desde antes do desastre aéreo, já resultou em uma condenação de R$ 3 milhões a ex-funcionários. No entanto, a efetivação dos pagamentos depende de decisões judiciais e da disponibilidade de bens bloqueados da empresa, que enfrenta um passivo de mais de R$ 400 milhões e teve seu plano de recuperação judicial parcialmente rejeitado.

A situação dos ex-funcionários da Voepass reflete um momento delicado, onde a busca por seus direitos se entrelaça com a complexa situação financeira da empresa.

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