Texto foi aprovado no Legislativo, mas não recebeu parecer da Prefeitura em tempo hábil; ouça a coluna ‘De Olho na Política’
Ribeirão Preto: Prefeitura planeja compra de terreno para construção de moradias populares
Compra de terreno para construção de moradias populares
A Prefeitura de Ribeirão Preto está se preparando para adquirir um terreno de quase 14 mil metros quadrados para a construção de moradias populares, no âmbito do programa Nossa Casa. Localizado entre as ruas Benedito Tomás e Terrere, no conjunto habitacional Jardim Procópio e Jardim Procópio de Araújo Ferraz, o terreno faz parte de uma área institucional do loteamento Parque das Figueiras. A área está avaliada em R$ 4 milhões.
Parcerias e financiamento
A prefeitura pretende vender o terreno a uma empresa que construirá um conjunto habitacional dentro do programa Nossa Casa, criado pelo governo de São Paulo em 2019. A autorização para a compra será discutida na Câmara Municipal de Ribeirão Preto. O projeto prevê moradias populares com valores de pagamento quase simbólicos para os moradores, seguindo critérios específicos para a seleção dos beneficiários. A iniciativa visa diminuir o déficit habitacional na cidade, oferecendo imóveis a famílias que não possuem casa própria e estão em filas de espera.
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Infraestrutura e planejamento urbano
A construção de novas moradias exige atenção à infraestrutura e ao planejamento urbano. Além das casas em si, é necessário garantir o acesso à saúde, educação e transporte público, o que implica em investimentos em escolas e melhorias na mobilidade urbana. A atualização de leis como o Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo são essenciais para garantir que a estrutura do entorno esteja planejada para receber os novos moradores.
Apesar do projeto de compra do terreno estar em pauta, não há dados atualizados sobre o número de famílias em espera por moradias populares em Ribeirão Preto. A Cohab, que anteriormente mantinha um levantamento mais preciso, atualmente não está tão ativa na frente de projetos habitacionais. A prefeitura, no entanto, lançou um novo programa com a participação de áreas da prefeitura e construtores para suprir essa demanda.
Além do projeto habitacional, a prefeitura destinou R$ 20 milhões para a Santa Casa e o Hospital Beneficência Portuguesa, com o objetivo de amenizar os problemas financeiros enfrentados por esses hospitais filantrópicos que atendem pelo SUS. Os repasses mensais visam reduzir o déficit entre o valor pago pelo governo federal e o custo real dos procedimentos médicos.