Defesa do padrasto Guilherme Longo quer que o réu vá a juri em outra cidade
O caso do assassinato de Joaquim Ponte Marques, que completaria 9 anos em novembro, continua sem julgamento, gerando grande expectativa e cobrança da sociedade. O crime, ocorrido em novembro de 2013 em Ribeirão Preto, chocou o país e deixou diversas perguntas sem resposta.
O Crime e as Evidências
Joaquim desapareceu de casa e seu corpo foi encontrado cinco dias depois no Rio Pardo, em Barretos. O padrasto, Guilherme Longo, e a mãe, Natalia Ponte, foram presos, mas posteriormente responderam ao processo em liberdade. O Ministério Público afirma possuir diversas evidências contra Guilherme Longo, incluindo provas de insulina e laudos de cães farejadores, apontando-o como o autor do crime. A defesa, por sua vez, contesta a existência de provas suficientes.
A Busca por Justiça e o Atraso do Julgamento
O julgamento ainda não ocorreu devido a um pedido de desaforamento feito pela defesa de Guilherme Longo. A defesa argumenta que a comoção social em Ribeirão Preto poderia influenciar os jurados, comprometendo a imparcialidade do julgamento. Apesar de afirmar que não deseja protelar o processo, a defesa recorreu ao STJ em Brasília, onde o caso permanece há um ano, em segredo de justiça. Tanto o Ministério Público quanto a defesa demonstram pressa pela realização da audiência.
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O Futuro do Processo
Enquanto o STJ analisa o pedido de mudança de local do julgamento, a expectativa é grande por uma definição. Além de Guilherme Longo, Natalia Ponte também será julgada por homicídio, apesar de negar qualquer participação no crime. O caso segue gerando comoção e a sociedade continua cobrando uma resolução justa e rápida para o assassinato de Joaquim.



