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Araraquara registra mais uma morte por suspeita de dengue

Vivendo uma epidemia, duas pessoas morreram vítimas da doença; outros seis óbitos estão sendo investigados
morte por dengue
Vivendo uma epidemia, duas pessoas morreram vítimas da doença; outros seis óbitos estão sendo investigados

Vivendo uma epidemia, duas pessoas morreram vítimas da doença; outros seis óbitos estão sendo investigados

Mais uma morte suspeita de dengue foi registrada em Araraquara, elevando o número de óbitos sob investigação para cinco. A vítima, Valdeline Rosa de Souza, de 43 anos, foi internada na Santa Casa no dia 17 de fevereiro com manchas pelo corpo e faleceu na manhã desta segunda-feira. A cidade enfrenta uma epidemia da doença, com 2.035 casos confirmados e duas mortes já confirmadas.

Mortes por Dengue em Araraquara

Além de Valdeline, um idoso de 85 anos e uma consultora de vendas de 33 anos morreram no sábado (23), apresentando sintomas da doença. Nesta segunda-feira, também foi confirmada a segunda morte por dengue em Araraquara, a de um aposentado de 85 anos que faleceu em 30 de janeiro. Os resultados dos exames feitos pelo Instituto de Medicina Tropical de São Paulo foram divulgados apenas hoje.

Ação da Prefeitura e Situação na Região

A situação preocupa as autoridades de saúde. A prefeitura de Araraquara colocou em operação um segundo polo de atendimento à dengue, funcionando sete dias por semana, das 7h às 20h, na Rua Voluntários da Pátria, 52310. Outro polo já funciona desde 4 de fevereiro no Centro de Eventos da cidade. A Secretaria de Saúde também ampliou o horário de funcionamento de postos de saúde em alguns bairros. A dengue não é um problema isolado de Araraquara; cidades vizinhas, como São Joaquim da Barra, também enfrentam epidemias. O período chuvoso agrava a situação, aumentando a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Combate à Epidemia

A conscientização da população é fundamental para combater a proliferação do mosquito transmissor da dengue. A combinação de medidas preventivas individuais e ações governamentais é crucial para controlar a epidemia e reduzir o número de casos e mortes. A ampliação do atendimento e a vigilância contínua são passos importantes para enfrentar esse desafio de saúde pública.

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