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Área de preservação ambiental, em São Simão, segue com focos de incêndio

Fogo foi controlado, mas destruiu uma grande área de vegetação nesta terça-feira (3); Anhanguera chegou a ser interditada
Área de preservação ambiental
Fogo foi controlado, mas destruiu uma grande área de vegetação nesta terça-feira (3); Anhanguera chegou a ser interditada

Fogo foi controlado, mas destruiu uma grande área de vegetação nesta terça-feira (3); Anhanguera chegou a ser interditada

Desde as primeiras horas da manhã, Área de preservação ambiental, em São Simão, segue, diversas cidades da região têm sido atingidas por fumaça proveniente de incêndios florestais que ocorreram em áreas de preservação próximas à rodovia Anhanguera, especialmente no trecho entre São Simão e Ribeirão Preto, no estado de São Paulo. O fogo, que durou vários dias, foi controlado na tarde de ontem, mas ainda deixa um cenário de destruição e fumaça residual que dificulta a respiração e prejudica a visibilidade na região.

Incêndios e impacto na rodovia Anhanguera

O incêndio de grandes proporções atingiu áreas de mata, plantações e reservas ambientais às margens da rodovia Anhanguera, no quilômetro 273, próximo a São Simão. A situação levou à interdição total da via nos dois sentidos durante a tarde de ontem, afetando o trânsito de veículos, especialmente caminhões, que utilizam essa rota como principal ligação entre a capital paulista, o interior do estado e Minas Gerais.

O combate ao fogo contou com a atuação do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e apoio de aeronaves para o combate aéreo. O fogo foi controlado por volta das 16h, mas a fumaça residual permanece no ar, tornando a qualidade do ar prejudicial para a população local e dificultando a condução segura dos veículos.

Cenário de destruição e danos à infraestrutura: O repórter Samuel Santos, que esteve no local, descreveu um cenário de devastação, com extensas áreas de mato queimado e plantações destruídas. Além disso, a sinalização da rodovia foi severamente danificada pelo fogo. Placas indicativas de quilometragem e direção, como as que indicam os caminhos para Luiz Antônio, Santa Rosa de Viterbo e São Paulo, tiveram partes derretidas ou destruídas, dificultando a orientação dos motoristas.

Além das equipes oficiais, brigadistas, caminhões-pipa e trabalhadores de usinas e propriedades particulares atuam no local para controlar os pontos de braseiro remanescentes. A região apresenta ainda pequenos focos de fumaça, especialmente em áreas de morros próximos à estação ecológica do Jataí, local frequentado por turistas e que também foi atingido pelo fogo.

Ações de monitoramento e combate contínuo

A Defesa Civil do estado de São Paulo mantém o monitoramento constante da situação, com especial atenção para áreas próximas a São Simão, Ribeirão Preto, Luiz Antônio e outras cidades da região. O uso de aeronaves, como o helicóptero Águia, tem sido fundamental no combate aos focos ativos, que apesar de controlados, ainda exigem vigilância para evitar novos incêndios.

Outras cidades paulistas, como Pompeia, Monte Alegre do Sul, Dois Córregos e Bom Jesus dos Perdões, também apresentam focos ativos e recebem atenção especial das equipes de combate a incêndios. A expectativa é que, com o trabalho contínuo das equipes, a situação se normalize e os riscos de novos incêndios sejam minimizados.

Consequências para a população e o meio ambiente: A fumaça residual dos incêndios tem causado dificuldades respiratórias para moradores e motoristas da região, além de prejudicar a visibilidade nas rodovias, aumentando o risco de acidentes. O impacto ambiental é significativo, com a destruição de áreas de preservação, plantações e o comprometimento da fauna e flora locais.

O episódio reforça a necessidade de ações preventivas e de combate rápido a incêndios florestais, especialmente em regiões de grande importância ambiental e econômica. A colaboração entre órgãos públicos, brigadistas e a população é fundamental para minimizar os danos e garantir a segurança de todos.

Panorama

Os incêndios recentes na região de São Simão e adjacências evidenciam a vulnerabilidade das áreas de preservação e a importância do monitoramento constante. O trabalho integrado entre Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e demais equipes tem sido essencial para controlar os focos e minimizar os impactos. A população deve permanecer atenta às orientações das autoridades e evitar práticas que possam provocar novos incêndios, contribuindo para a preservação do meio ambiente e a segurança nas rodovias.

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