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Argentina volta a impor restrições nas importações de sapatos e impactos devem ser sentidos no setor calçadista de Franca

Presidente do Sindicato diz que prática é comum do mercado argentino, que geralmente o país sente o fluxo de caixa mais apertado
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Presidente do Sindicato diz que prática é comum do mercado argentino, que geralmente o país sente o fluxo de caixa mais apertado

Presidente do Sindicato diz que prática é comum do mercado argentino, que geralmente o país sente o fluxo de caixa mais apertado

A Argentina impôs novas restrições à importação de calçados, alterando as condições de pagamento para 180 dias após a compra, até 30 de setembro. Essa medida surpreendeu o setor calçadista brasileiro, que se recupera de momentos difíceis.

Impacto no setor calçadista brasileiro

Para o presidente do sindicato calçadista de Franca, José Bregagão, essa prática é comum na Argentina, especialmente em momentos de baixo fluxo de caixa. A Argentina é o terceiro maior destino das exportações de calçados de Franca, e a mudança afetará significativamente as fábricas locais. A expectativa é que as empresas mantenham as exportações, mas avaliem a viabilidade de esperar tanto tempo pelo pagamento.

Alternativas para o setor

A Abfran (Associação Brasileira de Franca) acredita que as empresas precisarão buscar alternativas para compensar as perdas, focando em outros mercados, como os Estados Unidos. A medida visa a construção de um fundo financeiro pela Argentina.

Cenário futuro

Entre janeiro e maio, o Brasil exportou 64 milhões de pares de calçados, sendo quase 7 milhões para a Argentina. Acompanharemos a situação e manteremos contato com o sindicato de Franca para atualizações sobre os impactos dessas mudanças no setor calçadista brasileiro.

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