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Artesp diz que prejuízo com eixo-suspenso será de 50 milhões por mês

Determinação foi dada pelo Governo Federal após a paralisação dos caminhoneiros
eixo suspenso
Determinação foi dada pelo Governo Federal após a paralisação dos caminhoneiros

Determinação foi dada pelo Governo Federal após a paralisação dos caminhoneiros

Fim da cobrança por eixo suspenso em pedágios paulistas

Redução de custos para caminhoneiros

Uma importante vitória para os caminhoneiros: desde a meia-noite de ontem, as praças de pedágio de São Paulo deixaram de cobrar pelo eixo suspenso em caminhões. Essa isenção atende a uma reivindicação antiga da categoria, que argumentava que, com o eixo levantado (geralmente em veículos vazios), não haveria justificativa para o pagamento da tarifa.

Impacto financeiro e negociações

A cobrança pelo eixo suspenso, legalizada pela justiça em 2016, gerava uma receita mensal estimada entre R$ 50 e 60 milhões para o estado. Com a sua suspensão, a Artery (agência de transportes de São Paulo) e a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) iniciaram negociações para o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos. A ABCR aguarda o direcionamento do governo sobre os critérios e procedimentos para compensar as concessionárias pela perda de arrecadação. A Artery afirma que fará a apuração dos valores devidos e entrará em contato com as concessionárias na próxima semana para definir a melhor forma de reequilíbrio.

Exemplo prático e próximos passos

Um exemplo prático: um caminhão de seis eixos que pagava R$ 34,30 em Cetãozinho atrásra pagará R$ 28,60 com um eixo levantado. A Artex e as concessionárias trabalham atrásra para definir os mecanismos de compensação financeira, garantindo a continuidade dos serviços e a estabilidade do sistema de pedágios.

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