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As críticas de hoje são dos filmes: ‘A Menina que Matou os Pais’ e ‘O Menino que Matou Meus Pais’

Confira a análise dos polêmicos filmes nacionais com o crítico Marcos de Castro, na coluna 'Cinema'
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Confira a análise dos polêmicos filmes nacionais com o crítico Marcos de Castro, na coluna 'Cinema'

Confira a análise dos polêmicos filmes nacionais com o crítico Marcos de Castro, na coluna ‘Cinema’

A coluna de cinema de hoje discute os filmes A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou os Pais, ambos baseados no caso Richthofen. Para nos ajudar a entender melhor essas produções, convidamos o crítico de cinema e ator Marcos de Castro.

Lançamento e Recepção

Marcos comenta que o lançamento de dois filmes, ao invés de um só, é uma estratégia arriscada, mas não inédita no mercado brasileiro. A recepção do público e da crítica tem sido dividida, com muitas opiniões divergentes. Apesar disso, Marcos destaca as atuações de Carla Diaz e Leonardo Bittencourt como pontos altos.

Análise dos Filmes

Segundo Marcos, A Menina que Matou os Pais (visão de Suzane) e O Menino que Matou os Pais (visão de Daniel) apresentam poucas diferenças significativas na narrativa principal. As mudanças residem em detalhes como diálogos e a ordem dos eventos. Ele sugere que os filmes poderiam ter explorado melhor o pós-crime, focando menos na repetição de cenas. Apesar das similaridades, Marcos elogia a interpretação de Leonardo Bittencourt e a forma como os filmes evitam romantizar os criminosos, denunciando a frieza do crime.

Impacto da Pandemia e Potencial

A pandemia afetou as gravações e o lançamento, impactando a estratégia de divulgação. Marcos questiona se a decisão de dividir a história em dois filmes foi a melhor opção, considerando que a produção poderia ter optado por uma minissérie. Ele acredita que, em um cenário sem pandemia, o lançamento nos cinemas poderia ter resultado em um sucesso de bilheteria, mas a duração e a abordagem mais “culta” poderiam ter limitado o alcance comercial. Apesar das críticas, Marcos reconhece o esforço da produção brasileira em criar um thriller de suspense, mas acredita que o potencial do filme não foi totalmente explorado. O marketing em torno de Carla Diaz também é analisado, com a sugestão de que foi uma estratégia para impulsionar a divulgação.

Em resumo, os filmes geram opiniões divergentes. Embora as atuações sejam elogiadas, a narrativa repetitiva e a falta de exploração do pós-crime são pontos negativos. A estratégia de lançamento em dois filmes também é questionada. Apesar disso, a produção representa um avanço para o cinema de suspense brasileiro.

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