Atchim! Primavera pede atenção especial às alergias!
Com a chegada da primavera, no dia 22 de setembro, é crucial redobrar a atenção com as alergias típicas desta estação. A seguir, exploraremos os principais cuidados e medidas preventivas para minimizar os impactos alérgicos durante este período de intensa floração.
A Alergia ao Pólen: Um Risco Primaveril
A primavera é marcada por uma intensa floração, o que eleva a concentração de pólen no ar. Para indivíduos sensíveis, o pólen pode desencadear diversas reações alérgicas. O dermatologista Weber Coelho, mestre pela USP, destaca que o pólen, liberado pelas plantas, é disperso pelo vento, afetando pessoas predispostas a alergias.
Consequências e Prevenção
As alergias ao pólen podem manifestar-se através de crises de rinite, coceira nos olhos, espirros frequentes e lesões cutâneas, como eczemas. Em casos mais graves, podem ocorrer urticárias, angioedemas (inchaço no rosto e boca) e até choque anafilático, uma emergência médica. A prevenção é fundamental, e algumas medidas simples podem fazer toda a diferença.
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Dicas Práticas para Alérgicos
Weber Coelho sugere algumas precauções importantes. Ao passar por ruas com muitas árvores, mantenha as janelas do carro fechadas. Ao caminhar em bosques, utilize máscara. Evite estender roupas no varal se for alérgico ao pólen. Após atividades ao ar livre, tome um banho para remover o pólen da pele e das roupas. Evite também cheirar buquês de flores e o consumo de produtos naturais ricos em pólen sem orientação médica.
Diagnóstico e Cuidados Médicos
Para identificar a sensibilidade ao pólen, o alergista pode realizar testes cutâneos (prick tests) ou exames de sangue, como o RAST. Esses exames detectam a presença de anticorpos IgE específicos para o pólen. Em qualquer idade, é possível realizar esses testes para confirmar ou descartar a alergia.
Adotar medidas preventivas e buscar orientação médica são passos essenciais para desfrutar da beleza da primavera sem os incômodos das alergias.



