Atleta desistiu dos Jogos e acendeu alerta à saúde mental; ouça a coluna ‘CBN Carreiras e Lideranças’, com David Forli Inocente
A ginasta Simone Biles surpreendeu o mundo ao se retirar de algumas provas olímpicas, priorizando sua saúde mental. Esse ato corajoso, no entanto, traz importantes lições para o ambiente de trabalho, onde o estresse é um problema crescente.
Saúde Mental no Trabalho: Um Problema Global
De acordo com a International Stress Management Association, 72% dos brasileiros sofrem sequelas por conta do estresse no trabalho, com 32% relatando episódios de burnout. Diversas iniciativas globais e nacionais, como a Rede Brasil do Pacto Global da ONU, trabalham para enfrentar esse desafio, promovendo a saúde mental e desestigmatizando o tema. Grandes empresas como Ambev e Unilever já se engajaram nesse movimento.
Aprendendo com Simone Biles: 5 Aspectos para uma Boa Gestão da Saúde Mental
A atitude de Simone Biles destaca a importância de priorizar o bem-estar individual. Podemos aprender com ela e aplicar cinco pontos-chave na gestão da saúde mental no trabalho: 1) Lidar com conflitos sem agravamento; 2) Estabelecer expectativas claras e realistas; 3) Priorizar e organizar as atividades; 4) Treinar-se e treinar a equipe para lidar com pressão e estresse; e 5) Conhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário, aprendendo a recuar para preservar a saúde mental.
Leia também
Em resumo, a decisão de Simone Biles lança luz sobre a importância da saúde mental no ambiente de trabalho. Ações de conscientização, treinamento e a promoção de um ambiente mais equilibrado são cruciais para prevenir o estresse e garantir o bem-estar dos profissionais. Priorizar a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um fator fundamental para o sucesso e a produtividade das organizações.