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Ato obsceno, transfobia, apologismo ao nazismo… 2023 teve várias histórias que viraram casos de polícia

Sandra Lambert relembra alguns episódios na retrospectiva sobre a cobertura da CBN Ribeirão neste ano
casos de polícia
Sandra Lambert relembra alguns episódios na retrospectiva sobre a cobertura da CBN Ribeirão neste ano

Sandra Lambert relembra alguns episódios na retrospectiva sobre a cobertura da CBN Ribeirão neste ano

A retrospectiva da CBN Ribeirão Preto em 2023 revela uma série de crimes preocupantes, incluindo atos obscenos, ameaças, abuso sexual, injúria racial, apologia ao nazismo e anarquismo. Além disso, um agente público foi condenado por assédio dentro de uma delegacia.

Racismo: Casos Marcantes

As injúrias raciais marcaram o noticiário. Um advogado foi denunciado por agredir uma gerente de padaria negra em Ribeirão Preto, alegando que ela não tinha o perfil para o cargo devido à sua raça. Em outro caso, adolescentes gravaram um vídeo com ofensas racistas contra um entregador de lanches em Taquaritinga. Em Franca, a família de um adolescente denunciou uma professora por racismo após ela ter separado alunos japoneses e africanos na sala de aula.

Transfobia e LGBTfobia: Ameaças e Violência

Alunas travestis de medicina da USP Ribeirão Preto denunciaram um professor por transfobia após ele questioná-las sobre o uso do banheiro. Em Patrocínio Paulista, a vereadora Dandara Ferreira (MDB) denunciou o vereador Ocídes Rezende (Cidadania) por injúria racial e transfobia durante uma discussão sobre o uso de banheiros. A vereadora Dudu Hidalgo (PT), representante do movimento LGBTQIA+, também denunciou ameaças de estupro corretivo via e-mail.

Abusos e Assédios: Casos de Impunidade

Diversos casos de abuso sexual foram investigados. Um neurologista foi investigado por agredir uma paciente durante consulta médica. O ortopedista Laerte Fogaça Souza Filho, vereador em Ituverava, foi preso por abusar de pelo menos oito mulheres durante consultas médicas. Em Barretus, um professor foi preso por abusar de uma menina de 13 anos. Em Ribeirão Preto, um homem foi preso por estuprar uma arquiteta. Um escrivão da Polícia Civil de Franca foi condenado a 8 anos de prisão por assédio sexual dentro da delegacia. A simulação de masturbação por alunos de medicina durante um jogo de vôlei feminino em São Carlos também gerou repercussão, configurando crime de ato obsceno.

Os casos relatados demonstram a necessidade de maior atenção e combate à violência e ao preconceito em diversas esferas da sociedade. A impunidade em alguns casos é preocupante e exige medidas efetivas para garantir a segurança e os direitos das vítimas.

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