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Atraso nas obras de revitalização da avenida Nove de Julho preocupa comerciantes na região

Etapa atual do projeto tinha prazo para entrega em 22 de setembro, foi postergado por 45 dias e mesmo assim não foi finalizado
revitalização avenida Nove de Julho
Etapa atual do projeto tinha prazo para entrega em 22 de setembro, foi postergado por 45 dias e mesmo assim não foi finalizado

Etapa atual do projeto tinha prazo para entrega em 22 de setembro, foi postergado por 45 dias e mesmo assim não foi finalizado

A revitalização da Avenida 9 de Julho em Ribeirão Preto está gerando transtornos para comerciantes e moradores devido a atrasos na obra.

Obras Atrasadas na Avenida 9 de Julho

O trecho entre as ruas Marcondes Salgado e Garibaldi, que deveria ter sido entregue em setembro, acumula mais de 40 dias de atraso. A prefeitura afirma analisar penalidades para a construtora responsável, a Construtora Metropolitana, vencedora da licitação. O prazo foi estendido em 45 dias, mas a obra permanece inacabada.

Impacto nos Comerciantes

Comerciantes da região relatam queda significativa no faturamento, chegando a 60%, devido às interdições e dificuldades de acesso. A interdição total da avenida impossibilita o acesso de veículos, afetando clientes e prejudicando os negócios. A situação é agravada pela abertura e fechamento repetidos de buracos na via, demonstrando falta de planejamento e organização na obra.

Previsões e Imprevistos

A revitalização da Avenida 9 de Julho está dividida em etapas, sendo a atual a primeira. Inicialmente prevista para três meses, a primeira etapa já se estende por seis meses. O projeto prevê a troca do solo, instalação de galerias de águas pluviais e colocação de paralelipípedos para evitar problemas como a soltura de pedras e enchentes. A construtora atribui o atraso a uma galeria não identificada no projeto original, sem fornecer previsão de conclusão. A obra está interligada a outras obras na cidade, como a Avenida Francisco Junqueira, também com atrasos e gerando reclamações.

A situação demonstra a necessidade de transparência e agilidade por parte da prefeitura e da construtora para minimizar os impactos negativos sobre comerciantes e moradores. A falta de comunicação e a imprevisibilidade dos prazos geram insegurança e prejuízos para toda a região.

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