Fotógrafa alegou que agiu em legítima defesa quando esfaqueou o então namorado, Carlos Felipe da Silva, em Ribeirão Preto
Está marcada para hoje a audiência que pode definir se Brenda, Audiência define hoje (4) se Brenda Xavier, acusada de matar o namorado, vai a júri popular, fotógrafa suspeita de matar o namorado, será levada a júri popular. O caso ganhou repercussão desde o início do ano, quando Brenda foi acusada de ter esfaqueado o companheiro.
Brenda alegou que o crime ocorreu em legítima defesa, porém o promotor responsável pelo caso já descartou essa versão. A audiência será decisiva para o andamento do processo, podendo encaminhar o caso para julgamento pelo tribunal do júri.
Contexto do caso: Brenda, fotógrafa, está envolvida em um processo judicial após a morte do namorado, ocorrida no início deste ano. Segundo informações divulgadas na época, ela teria desferido facadas contra o companheiro. A defesa alegou legítima defesa, mas a acusação não reconhece essa justificativa.
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Posicionamento do Ministério Público: O promotor do caso manifestou-se contra a alegação de legítima defesa apresentada por Brenda. Não foram divulgados detalhes específicos sobre as provas ou argumentos que fundamentam essa posição, mas a rejeição dessa tese indica que o Ministério Público acredita que o crime não ocorreu nas circunstâncias alegadas pela defesa.
Próximos passos no processo: A audiência que ocorrerá hoje é considerada muito importante para a definição do rito do processo. Caso seja decidido que Brenda deve responder a júri popular, o caso seguirá para julgamento perante um tribunal do júri, composto por cidadãos que avaliarão a culpa ou inocência da ré.
Acompanhamento jornalístico: A EPTV1 acompanhará a audiência ao vivo, com a participação da jornalista Lua e da equipe responsável pela cobertura. Novas informações e desdobramentos do caso serão divulgados conforme forem apurados.
Entenda melhor
O tribunal do júri é a instância responsável por julgar crimes dolosos contra a vida, como homicídio. A decisão de levar um caso a júri popular depende da análise das provas e da avaliação do juiz durante a fase preliminar do processo. A alegação de legítima defesa é uma justificativa prevista em lei que, se comprovada, pode isentar o réu de responsabilidade penal.



