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Aulas da rede municipal de ensino começam nesta quinta

Calendário escolar de 2016 sofreu mudanças de acordo com pedidos dos pais, alunos e professores, segundo secretário da Educação
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Calendário escolar de 2016 sofreu mudanças de acordo com pedidos dos pais, alunos e professores, segundo secretário da Educação

Calendário escolar de 2016 sofreu mudanças de acordo com pedidos dos pais, alunos e professores, segundo secretário da Educação

O ano letivo da rede municipal de Ribeirão Preto teve início, marcando o retorno de mais de 55 mil alunos aos ensinos médio, fundamental e infantil, além das creches. Este ano, o calendário escolar traz novidades que foram amplamente discutidas entre pais, professores e alunos.

Calendário Unificado e Recessos Isonômicos

Uma das principais mudanças é a unificação do calendário escolar, com recessos isonômicos para professores dos ensinos fundamental e infantil. Segundo o secretário municipal de educação, Ângelo Veniz, essa medida visa facilitar a organização tanto dos professores quanto dos pais, que muitas vezes têm filhos em diferentes níveis de ensino.

Desafio Persistente: Falta de Vagas em Creches

Apesar das melhorias no calendário, a falta de vagas em creches continua sendo um problema na rede municipal de ensino. Atualmente, a fila de espera ultrapassa 2 mil crianças, com idades entre quatro meses e três anos. O secretário Ângelo Veniz reconhece a necessidade de pelo menos 10 novas unidades e promete priorizar a questão, embora não tenha estabelecido um prazo para solucionar o problema.

Preocupação com a Saúde e Combate à Dengue/Zika

Outra grande preocupação é a saúde dos alunos, em meio ao surto de dengue e zika vírus na região. A Secretaria Municipal de Educação não pretende alterar a estrutura física das escolas e creches, como a instalação de telas mosquiteiras ou o uso de repelentes em sala de aula. A estratégia adotada será a realização de “arrastões” nas escolas para eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, além da conscientização e capacitação dos alunos para identificar e eliminar focos em suas casas e comunidades.

Em relação aos investimentos na manutenção das catracas nas escolas, o secretário Ângelo Veniz esclareceu que o valor inicial de quase R$ 3 milhões era apenas uma estimativa do orçamento, e que a empresa contratada deve receber uma fração desse valor, correspondente ao trabalho efetivamente realizado.

O início do ano letivo traz consigo a expectativa de um aprendizado produtivo e a busca por soluções para os desafios existentes na rede municipal de ensino.

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